Brasil – Rede UTV Brasil https://redeutv.com.br UTV NEWS - A noticia online Thu, 19 Dec 2024 17:36:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://redeutv.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Baang_256.ico Brasil – Rede UTV Brasil https://redeutv.com.br 32 32 Aluna de 19 anos atira na cabeça de colega em escola no RN https://redeutv.com.br/aluna-de-19-anos-atira-na-cabeca-de-colega-em-escola-no-rn/ Thu, 19 Dec 2024 17:36:00 +0000 https://redeutv.com.br/aluna-de-19-anos-atira-na-cabeca-de-colega-em-escola-no-rn/ aluna-de-19-anos-atira-na-cabeca-de-colega-em-escola-no-rn

JOSUÉ SEIXASMACEIÓ, AL (FOLHAPRESS) – Uma estudante de 19 anos atirou na cabeça de um colega na manhã de terça-feira (17) na…]]>
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JOSUÉ SEIXASMACEIÓ, AL (FOLHAPRESS) – Uma estudante de 19 anos atirou na cabeça de um colega na manhã de terça-feira (17) na Escola Estadual Berilo Wanderley, em Natal (RN). Após audiência de custódia na tarde de quarta-feira (18), ela teve a prisão preventiva decretada pelo juiz de plantão. De acordo com a Polícia Civil, que investiga o caso, a vítima foi encaminhada ao Hospital Walfredo Gurgel e está com quadro de saúde estável. Informações preliminares indicam que o alvo de Lyedja Yasmin Silva Santos era outra pessoa e que ela possui tendências suicidas. Ela será autuada por tentativa de homicídio qualificado. A reportagem não conseguiu localizar a defesa da estudante. Segundo a Polícia Militar, uma arma de fogo, três facas e um bilhete foram apreendidos com a jovem. Não foram divulgados detalhes de como aconteceu o crime.Por meio de nota, a SEEC (Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer do Rio Grande do Norte) lamentou o ocorrido e disse que está contribuindo com todas as informações necessárias para auxiliar as investigações em curso.”A secretaria reforça que a segurança dos estudantes, professores e funcionários é prioridade e que acompanha de perto os desdobramentos deste caso. Expressamos nossa solidariedade à família do estudante atingido e a comunidade escolar. Reiteramos nosso compromisso em colaborar para que as medidas cabíveis sejam tomadas”, afirmou. Leia Também: Aluna de autoescola erra pedal, capota carro e vai parar na praia

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Aluna de autoescola erra pedal, capota carro e vai parar na praia https://redeutv.com.br/aluna-de-autoescola-erra-pedal-capota-carro-e-vai-parar-na-praia/ Thu, 19 Dec 2024 16:15:00 +0000 https://redeutv.com.br/aluna-de-autoescola-erra-pedal-capota-carro-e-vai-parar-na-praia/ aluna-de-autoescola-erra-pedal,-capota-carro-e-vai-parar-na-praia

Um acidente inusitado envolvendo uma aluna de autoescola foi registrado nesta terça-feira (17) na rodovia ES-060, em Itapemirim, no Espírito Santo. Ao…]]>
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Um acidente inusitado envolvendo uma aluna de autoescola foi registrado nesta terça-feira (17) na rodovia ES-060, em Itapemirim, no Espírito Santo. Ao tentar realizar uma conversão, a aprendiz confundiu os pedais do carro, o que resultou no capotamento do veículo. De acordo com a Polícia Militar, o incidente começou quando o carro colidiu com outro veículo estacionado no acostamento. Em vez de frear, a motorista acelerou, levando o veículo a capotar, atravessar o acostamento e parar em uma faixa de areia na praia. Apesar do susto, a aluna não sofreu ferimentos, mas o instrutor que a acompanhava teve uma fratura no braço e foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Marataízes. O acidente chamou a atenção de moradores e curiosos, que registraram a cena. A situação gerou debates nas redes sociais sobre os desafios enfrentados por quem está aprendendo a dirigir. Felizmente, ninguém além do instrutor ficou ferido. Leia Também: Censo conta 8.568 localidades indígenas no Brasil; 60,2% ficam no Norte

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Censo conta 8.568 localidades indígenas no Brasil; 60,2% ficam no Norte https://redeutv.com.br/censo-conta-8-568-localidades-indigenas-no-brasil-602-ficam-no-norte/ Thu, 19 Dec 2024 11:24:00 +0000 https://redeutv.com.br/censo-conta-8-568-localidades-indigenas-no-brasil-602-ficam-no-norte/ censo-conta-8.568-localidades-indigenas-no-brasil;-60,2%-ficam-no-norte

(FOLHAPRESS) – O Censo Demográfico contabilizou 8.568 localidades indígenas no Brasil em 2022, de acordo com novos dados divulgados nesta quinta-feira (19)…]]>
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(FOLHAPRESS) – O Censo Demográfico contabilizou 8.568 localidades indígenas no Brasil em 2022, de acordo com novos dados divulgados nesta quinta-feira (19) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A definição abrange os aglomerados permanentes de 15 ou mais indígenas em áreas rurais ou urbanas, dentro ou fora dos territórios oficialmente delimitados. As localidades podem ser desde aldeias em regiões de floresta até endereços dentro de uma cidade. O IBGE disse não ter um dado comparável no recenseamento anterior, de 2010. Segundo a pesquisa de 2022, mais da metade das localidades fica no Norte, que também tem a maior população indígena do Brasil.São 5.158 aglomerados do tipo na região, o equivalente a 60,2% do total no país -ou 6 em cada 10.O Nordeste, com 1.764 (20,6%), e o Centro-Oeste, com 1.102 (12,9%), vieram na sequência. Os menores números de aglomerados foram registrados no Sudeste (236, ou 2,8%) e no Sul (308, ou 3,6%).As localidades indígenas estão espalhadas pelas 27 unidades da Federação, diz o IBGE.O Amazonas tem a maior quantidade: 2.571. Isso equivale a 30% do total no Brasil -ou 3 em cada 10.Mato Grosso (924) e Pará (869) aparecem depois. Respondem por 10,8% e 10,1% do total no país, respectivamente.Sergipe, por outro lado, tem o menor número de localidades indígenas. O IBGE contabilizou duas no estado em 2022.Distrito Federal (seis) e Goiás (nove) foram as outras duas unidades da Federação com menos de dez aglomerados cada. São Paulo registrou 87.Ainda de acordo com o IBGE, 71,55% das localidades indígenas do país ficavam dentro de terras declaradas, homologadas, regularizadas ou encaminhadas como reservas no período de referência da pesquisa. O percentual corresponde a 6.130 aglomerados.A fatia restante das localidades, calculada em 28,45%, encontrava-se fora das áreas. A proporção equivale a 2.438 aglomerados.Dados do Censo divulgados anteriormente pelo IBGE indicaram que o Brasil tinha quase 1,7 milhão de pessoas indígenas em 2022. O contingente se assemelha ao da população inteira recenseada em Curitiba (1,8 milhão).Os números publicados nesta quinta não detalham quantas pessoas viviam apenas nas localidades. Leia Também: PF faz buscas contra assessores dos deputados bolsonaristas Jordy e Sóstenes

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Anvisa estuda incluir Ozempic na mesma categoria dos antibióticos, com retenção de receita https://redeutv.com.br/anvisa-estuda-incluir-ozempic-na-mesma-categoria-dos-antibioticos-com-retencao-de-receita-2/ Thu, 19 Dec 2024 09:12:00 +0000 https://redeutv.com.br/anvisa-estuda-incluir-ozempic-na-mesma-categoria-dos-antibioticos-com-retencao-de-receita-2/ anvisa-estuda-incluir-ozempic-na-mesma-categoria-dos-antibioticos,-com-retencao-de-receita

(FOLHAPRESS) – A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estuda incluir os medicamentos análogos ao GLP-1, como Ozempic e Wegovy, usados no…]]>
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(FOLHAPRESS) – A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estuda incluir os medicamentos análogos ao GLP-1, como Ozempic e Wegovy, usados no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, na mesma categoria dos antibióticos, ou seja, com retenção de receita nas farmácias. Hoje, esses remédios são classificados como tarja vermelha -o que exige prescrição médica-, mas são comprados facilmente sem receita, levando a um uso indiscriminado e com potenciais riscos à saúde. Ao todo há 11 medicamentos dessa classe terapêutica registrados pela agência regulatória brasileira, sendo três para obesidade e oito diabetes. A proposta da Anvisa, que deve ser avaliada pela diretoria colegiada no início de 2025, é que esses medicamentos continuem como tarja vermelha, mas com cópia da receita retida na farmácia, com validade de 90 dias.Nesta quarta (18), a Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica) e as sociedades médicas de diabetes e de endocrinologia divulgaram uma carta aberta em que apoiam a proposta da Anvisa de retenção da receita como medida para o uso racional e seguro da medicação.As entidades manifestam preocupação devido ao aumento da procura pelos agonistas de GLP-1, sem receita médica e para fins estéticos, e dizem que, embora seguros, esses medicamentos precisam de acompanhamento médico.”A compra irregular para automedicação coloca em risco a saúde das pessoas e dificulta o acesso de quem realmente precisa de tratamento, dizem.O assunto foi discutido em audiência pública na Câmara dos Deputados no último dia 11. Em geral, há uma unanimidade de que esses medicamentos são seguros para as indicações previstas em bula, mas há uma preocupação crescente com o uso indiscriminado, para fins estéticos.Dados da plataforma Pharmaceutical Market Brazil (LQVIA) mostram que, apenas neste ano, foram vendidas mais de 3 milhões de unidades do Ozempic no Brasil. Nos últimos seis anos, o crescimento na compra foi de 663%, segundo a instituição. A venda dos medicamentos Ozempic, Saxenda, Victoza, Xultophy, Rybelsus, em conjunto, somou mais de R$ 4 bilhões apenas em 2024.Ao mesmo tempo, de acordo com o VigMed, sistema da Anvisa em que são reportadas suspeitas de eventos adversos relacionados a medicamentos e vacinas, de janeiro de 2012 a setembro de 2024, foram registradas 1.165 notificações relacionadas às substâncias liraglutida, dulaglutida, semaglutida e tirzepatida.Segundo Flávia Neves Alves, gerente de farmacovigilância da Anvisa, comparando os dados brasileiros com os globais, 32% dessas notificações estão relacionadas ao uso não previsto em bula ou não aprovado -contra uma taxa 10% registrada globalmente.”É uma característica do nosso mercado em que todo mundo consegue ir à farmácia e comprar esse medicamento sem a receita”, disse Alves, na audiência pública.Outro dado que chama a atenção é o percentual de relatos de casos de pancreatite (inflamação do pâncreas) relacionados ao uso dos medicamentos: 5,9% no Brasil contra 2,4%, no mundo. “Acende o alerta de que algo precisa ser feito.”Segundo Alves, a retenção da receita tem por finalidade fortalecer o controle e desencorajar o uso irracional dos medicamentos e os eventos adversos relacionados a eles.Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos), ponderou que a questão central é a falta de fiscalização dos medicamentos de tarja vermelha por entidades como o Conselho Federal de Farmácia e a própria Anvisa. “O país virou um comércio aberto de medicamentos.”Para ele, a exigência de retenção de receita não resolve o problema e pode levar a um aumento da falsificação desses produtos. “Se der um Google em Ozempic, vai aparecer Ozempic em gotas, que não existe.”Renato Porto, presidente da Inferfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), diz que a retenção de receita também pode aumentar o estigma em relação ao produto e restringir o acesso.”Há uma série de produtos de tarja vermelha que trazem riscos até maiores do que essa molécula, como os corticoides e os anti-inflamatórios. Temos que fazer com que a prescrição seja cumprida, para que o farmacêutico exerça sua responsabilidade.”Para a pesquisadora da USP (Universidade de São Paulo) Thamires Campello, advogada especialista em direito médico, é preciso fazer uma diferenciação entre produtos de tarja vermelha vendidos sem prescrição.”Nenhum apresenta popularidade e um aumento de vendas tão significante [quanto os análogos ao GLP-1] e também não se relaciona com a questão estética”, afirma. Para ela, a retenção de receita pode sim ser uma solução inicial para prevenir danos futuros.O médico Raphael Câmara Medeiros Parente, conselheiro do CFM (Conselho Federal de Medicina) e autor de um parecer sobre o uso dessas substâncias, diz que, embora elas sejam boas para a diminuição de peso, de doenças cardiovasculares e de mortalidade, elas não são inócuas.O conselho apoia a proposta da Anvisa de retenção de receita e diz que só aumentar a fiscalização, como propõe a indústria, não funciona.A farmacêutica Monica Lenzi, que representou o Conselho Federal de Farmácia, diz que não é responsabilidade da entidade a fiscalização da venda sem prescrição, mas sim das vigilâncias sanitárias estaduais e municipais.O projeto Saúde Pública tem apoio da Umane, associação civil que tem como objetivo auxiliar iniciativas voltadas à promoção da saúde. Leia Também: Três mulheres trocam chutes e socos durante briga em academia em Goiânia

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‘Meu filho achou que meu marido iria matá-lo’, diz mãe de Isa Nardoni https://redeutv.com.br/meu-filho-achou-que-meu-marido-iria-mata-lo-diz-mae-de-isa-nardoni/ Thu, 19 Dec 2024 05:27:00 +0000 https://redeutv.com.br/meu-filho-achou-que-meu-marido-iria-mata-lo-diz-mae-de-isa-nardoni/ ‘meu-filho-achou-que-meu-marido-iria-mata-lo’,-diz-mae-de-isa-nardoni

Em uma entrevista emocionante ao programa Melhor da Tarde, da Band, a vereadora Ana Carolina Oliveira compartilhou os desdobramentos dolorosos após a…]]>
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Em uma entrevista emocionante ao programa Melhor da Tarde, da Band, a vereadora Ana Carolina Oliveira compartilhou os desdobramentos dolorosos após a morte de sua filha, Isabella Nardoni, em 2008. Ela abordou o impacto do crime em sua família, especialmente em seu filho mais velho, Miguel, de 7 anos, fruto de seu atual relacionamento. Durante entrevista para Tv Band, Ana Carolina relatou como Miguel, ao tomar conhecimento do crime pela internet, acreditou que seu pai, o atual marido da vereadora, também poderia matá-lo. “Ele achou que meu marido iria matá-lo. Ele viu na internet que o pai da minha filha matou ela. Então tive que explicar que os pais não fazem isso, que isso não é normal, que isso não é comum”, afirmou, visivelmente emocionada. Ela também comentou sobre o impacto do caso em seu marido, que não esteve envolvido diretamente nos acontecimentos de 2008. “Quando cheguei em casa, meu marido me contou. Imagine só o meu marido, que não fez parte dessa história, se sentiu. Como tive que tratar meu filho sobre uma história que não pertence a ele. É doloroso ter que viver isso dentro de casa”, desabafou Ana Carolina. Após a morte de Isabella, a vereadora teve mais dois filhos: Miguel, de 7 anos, e Maria Fernanda, de 4. O assassinato de Isabella, ocorrido em 2008, chocou o Brasil. A menina foi esganada pela madrasta, Ana Carolina Jatobá, e jogada do sexto andar do Edifício London, em São Paulo, pelo pai, Alexandre Nardoni. Ambos foram condenados: Alexandre a 31 anos de prisão e Jatobá a 26.Durante a entrevista, Ana Carolina também comentou sobre uma decisão judicial que permite a Alexandre Nardoni passar as festas de fim de ano em uma mansão no Guarujá. “E o meu direito de viver com a minha filha, de vê-la na escola e se formando como profissional?”, questionou ela, revoltada. A vereadora expressou indignação ao perceber que, enquanto ele luta por conforto, ela luta pela memória de sua filha. “Tenho que lutar pela memória dela, enquanto ele luta pelo eterno conforto dele, enquanto eles vivem pedindo benefícios. Parece que tudo isso não aconteceu com a filha dele, isso é o que me deixa mais indignada”, completou.Em relação às saídas temporárias concedidas a Alexandre Nardoni, Ana Carolina criticou o benefício, considerando-o absurdo. “É um benefício absurdo. Poder sair no Dia dos Pais, sair no Dia das Crianças? O pai que comete um crime sai no Dia dos Pais, mas cadê a filha? Ele matou a filha. É uma afronta”, concluiu, visivelmente emocionada. Leia Também: Criança é encontrada esquartejada e vizinho confessa assassinato em Assis

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Mega-Sena 2809 acumula e a próxima é a da Virada, com prêmio de R$ 600 milhões https://redeutv.com.br/mega-sena-2809-acumula-e-a-proxima-e-a-da-virada-com-premio-de-r-600-milhoes/ Wed, 18 Dec 2024 05:40:00 +0000 https://redeutv.com.br/mega-sena-2809-acumula-e-a-proxima-e-a-da-virada-com-premio-de-r-600-milhoes/ mega-sena-2809-acumula-e-a-proxima-e-a-da-virada,-com-premio-de-r$-600-milhoes

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Caixa Econômica Federal sorteou na noite desta terça-feira (17) o concurso 2809 da Mega-Sena, que tinha…]]>
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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Caixa Econômica Federal sorteou na noite desta terça-feira (17) o concurso 2809 da Mega-Sena, que tinha o prêmio principal de R$ 15.606.663,42. Como nenhuma aposta acertou os seis números, o valor fica acumulado para o próximo concurso (2810), que é a Mega-Sena da Virada, com premiação estimada em R$ 600 milhões, no dia 31. Os números sorteados no Espaço da Sorte, em São Paulo, foram: 02 – 04 – 15 – 28 – 34 – 39. Segundo a Caixa, 39 apostas marcaram cinco números e cada um receberá R$ 60.526,40. Outras 5.000 apostas acertaram quatro dezenas e cada uma receberá R$ 674,43. A aposta simples para a Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser feita até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio em uma casa lotérica ou pela internet, por meio do aplicativo Loterias Caixa ou pelo site de loterias da Caixa.A probabilidade de acerto para quem faz uma aposta de seis números (no valor de R$ 5) da Mega-Sena é de uma em mais de 50 milhões. Na aposta com sete números (que custa R$ 35), a chance sobe para uma em 7,1 milhões. Leia Também: Médico mostra extração de tumor gigante de quase 2 kg: ‘Um recorde’

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Médico mostra extração de tumor gigante de quase 2 kg: ‘Um recorde’ https://redeutv.com.br/medico-mostra-extracao-de-tumor-gigante-de-quase-2-kg-um-recorde/ Wed, 18 Dec 2024 05:17:00 +0000 https://redeutv.com.br/medico-mostra-extracao-de-tumor-gigante-de-quase-2-kg-um-recorde/ medico-mostra-extracao-de-tumor-gigante-de-quase-2-kg:-‘um-recorde’

Um médico obstetra do hospital público Francisco Limongi, em Trajano de Moraes, no interior do Rio de Janeiro, realizou na última semana…]]>
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Um médico obstetra do hospital público Francisco Limongi, em Trajano de Moraes, no interior do Rio de Janeiro, realizou na última semana a retirada de um tumor benigno de mama de 1,75 kg, considerado o maior já operado por ele. A paciente, uma mulher de 47 anos, havia procurado atendimento relatando dor, desconforto e sensação de peso na mama direita, completamente tomada pelo tumor. “Essa semana quebrei um recorde que não gostaria. Operei o maior fibroadenoma (tumor benigno de mama) que já vi”, divulgou o médico Marino Oliveira em seu Instagram. Segundo o obstetra, a cirurgia, chamada de tumorectomia de mama, durou cerca de 80 minutos. A equipe já previa que o tumor seria grande, mas o tamanho impressionou. “Vale lembrar que os fibroadenomas geralmente são pequenos e têm crescimento muito lento, o que não foi o caso dessa paciente, que viu seu nódulo atingir esse tamanho em um ano”, afirmou ao UOL. Ele destacou que esse tipo de operação é incomum no hospital e que a massa retirada media cerca de 30 cm. Os fibroadenomas, explicou o médico, são tumores benignos formados a partir do tecido conjuntivo da mama e apresentam baixo risco de malignidade, variando entre 0,1% e 0,3%. Entretanto, tumores maiores ou com componentes complexos podem ter risco aumentado. Durante a cirurgia, foi possível preservar a pele e o complexo areolar, o que facilitará eventuais procedimentos de reconstrução mamária. “A paciente está se recuperando bem”, informou Oliveira. O obstetra Marino Oliveira é experiente em casos desafiadores e já realizou a retirada de um cisto de ovário de 8 kg em uma paciente idosa. Contudo, ele ressaltou que, na mama, este foi o maior tumor que já encontrou. A paciente, cuja identidade não foi divulgada, segue em recuperação e sem complicações, após meses de sofrimento com a rápida evolução do fibroadenoma. Leia Também: Marinha abre mais de 500 vagas temporárias para oficiais

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Homem suspeito chefiar máfia que extorquia e matava comerciantes da 25 de Março é preso pela PF https://redeutv.com.br/homem-suspeito-chefiar-mafia-que-extorquia-e-matava-comerciantes-da-25-de-marco-e-preso-pela-pf/ Tue, 17 Dec 2024 21:48:00 +0000 https://redeutv.com.br/homem-suspeito-chefiar-mafia-que-extorquia-e-matava-comerciantes-da-25-de-marco-e-preso-pela-pf/ homem-suspeito-chefiar-mafia-que-extorquia-e-matava-comerciantes-da-25-de-marco-e-preso-pela-pf

A Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira, 16, um homem suspeito de chefiar um grupo criminoso que extorquia e matava comerciantes chineses das…]]>
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A Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira, 16, um homem suspeito de chefiar um grupo criminoso que extorquia e matava comerciantes chineses das ruas 25 de Março e Santa Ifigênia, na região central de São Paulo. O suspeito havia conseguido escapar de uma grande operação contra supostos integrantes da máfia chinesa, realizada em 2017, pela Polícia Civil de São Paulo. Ele ficou ao menos três anos escondido na Venezuela e foi preso em Pacaraima, cidade de Roraima, no lado brasileiro da fronteira entre os dois países. O suspeito não teve o nome divulgado, o que impossibilitou o contato com sua defesa. O homem preso tinha três mandados de prisão em aberto, expedidos pela Justiça paulista. Ele era procurado pelos crimes de homicídio, roubo qualificado, extorsão mediante sequestro e organização criminosa. O suspeito vinha sendo monitorado pela PF e foi preso quando tentava se estabelecer em Pacaraima, cidade de 22 mil habitantes, conhecida por ser a porta de entrada de imigrantes venezuelanos no Brasil.Segundo a PF, o investigado liderava a organização criminosa chinesa que foi alvo da operação da Polícia Civil de São Paulo, em 2017. Na ocasião, 14 chineses foram presos, mas o líder conseguiu fugir. Ele teria viajado por terra até a Venezuela e se escondia próximo à fronteira.De acordo com as investigações, o grupo criminoso era originário da província de Fujian, na China, e desenvolveu em São Paulo um esquema de extorsão de seus compatriotas estabelecidos no comércio paulistano, nas regiões da Rua 25 de Março e da Santa Ifigênia. A organização cobrava entre R$ 5 mil e R$ 10 mil mensais de suas vítimas. O grupo é investigado pela morte de três comerciantes que teriam se negado a fazer os pagamentos. Leia Também: Incêndio atinge lojas no Bom Retiro, no centro de São Paulo

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Ônibus do Rio terão ar condicionado monitorado pela prefeitura https://redeutv.com.br/onibus-do-rio-terao-ar-condicionado-monitorado-pela-prefeitura/ Tue, 17 Dec 2024 19:00:00 +0000 https://redeutv.com.br/onibus-do-rio-terao-ar-condicionado-monitorado-pela-prefeitura/ onibus-do-rio-terao-ar-condicionado-monitorado-pela-prefeitura

A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou nesta terça-feira (17) que vai monitorar a climatização dos ônibus da cidade com sensores que…]]>
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A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou nesta terça-feira (17) que vai monitorar a climatização dos ônibus da cidade com sensores que serão instalados nos veículos de transporte coletivo, cujas linhas operadas por empresas privadas são concessões municipais.Até o momento, 68 ônibus contam com o sensor, e o objetivo é chegar a 150 até o final do ano. Todos os sensores já foram comprados pelo município, e, no próximo dia 27, está prevista uma licitação para contratar a instalação e ampliar ainda mais esse monitoramento, chegando a toda a frota até março de 2025.O objetivo da prefeitura é fazer valer a obrigatoriedade de ar condicionado nos ônibus da cidade, que são subsidiados pelo poder municipal para oferecer esse serviço aos passageiros.A Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) vai considerar ligado e em bom funcionamento o ar-condicionado que reduza a temperatura no interior dos ônibus em, no mínimo, 8 graus Celsius (°C), em comparação com a temperatura externa ao veículo.Em entrevista à imprensa durante o lançamento da ação, o prefeito Eduardo Paes prometeu cortar o subsídio das empresas que forem identificadas sem o funcionamento do ar-condicionado.O registro de temperaturas extremas na cidade do Rio de Janeiro também motivou a administração municipal a rever os protocolos para alertar a população para os cuidados com o calor no verão de 2025.Foram estabelecidas escalas de classificação de riscos que variam de 1 a 5 e que podem determinar, inclusive, o cancelamento de grandes eventos, como shows e atividades esportivas. Até o momento, a cidade já registrou os níveis 1, 2 e 3 nessa escala.

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Número de casos de HIV sobe no Brasil; mortalidade cai https://redeutv.com.br/numero-de-casos-de-hiv-sobe-no-brasil-mortalidade-cai/ Tue, 17 Dec 2024 18:36:00 +0000 https://redeutv.com.br/numero-de-casos-de-hiv-sobe-no-brasil-mortalidade-cai/ numero-de-casos-de-hiv-sobe-no-brasil;-mortalidade-cai

O Ministério da Saúde publicou o novo boletim epidemiológico sobre HIV e Aids no Brasil, abrangendo dados de 2023 até junho de…]]>
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O Ministério da Saúde publicou o novo boletim epidemiológico sobre HIV e Aids no Brasil, abrangendo dados de 2023 até junho de 2024. Segundo o relatório, no ano passado, houve um aumento de 4,5% no número de casos de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana em relação a 2022. Ao todo, foram registrados 46.495 novos casos de HIV em 2023. Em relação à Aids, no mesmo período, os casos chegaram a 38 mil, uma alta de 2,5% em comparação com o ano anterior. Já em 2024, até junho, houve 19.928 novos casos de infecção por HIV e 17.889 novas pessoas diagnosticadas com Aids.O boletim também revelou que o País registrou a menor taxa de mortalidade por Aids dos últimos dez anos, com uma queda de 32,9% entre 2013 e 2023. A taxa passou de 5,7 óbitos por 100 mil habitantes em 2013 para 3,9 em 2023.PerfilQuanto ao perfil das pessoas diagnosticadas com HIV no ano passado:- 70,7% são do sexo masculino;- 63% dos casos foram registrados em pessoas pretas e pardas;- homens que fazem sexo com homens representaram 53% das infecções;- a faixa etária mais afetada foi a de 20 a 29 anos, responsável por 37,1% das notificações.Distribuição regionalOs 46.495 casos registrados em 2023 estão distribuídos da seguinte forma:- Sudeste: 16.134 casos (34,7%)- Nordeste: 12.486 casos (26,9%)- Sul: 7.619 casos (16,4%)- Norte: 5.952 casos (12,8%)- Centro-Oeste: 4.304 casos (9,3%)Sudeste e Sul, porém, concentram a maioria dos casos historicamente – 49,2% e 19,6%, respectivamente. Nos últimos cinco anos, a média anual de casos foi de 13,2 mil no Sudeste, 8,6 mil no Nordeste, 6,4 mil no Sul, 4,7 mil no Norte e 3 mil no Centro-Oeste.Por que os casos aumentaram e a mortalidade caiu?De acordo com o Ministério da Saúde, o crescimento dos registros está associado à intensificação da testagem, uma vez que o exame é obrigatório para a oferta da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), cujo acesso foi ampliado.”Isso é uma ótima notícia”, disse ao Estadão o médico Draurio Barreira, diretor do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) do ministério. Segundo ele, o aumento nos casos de HIV reflete a melhoria no rastreamento da infecção, enquanto a queda na mortalidade é um reflexo do sucesso no tratamento da doença.Infectologistas afirmam, contudo, que a justificativa da pasta não é suficiente para explicar a alta. Segundo Alexandre Naime Barbosa, professor da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), a ampliação da PrEP deveria levar à redução dos casos.”Isso é um paradoxo. De fato, quanto mais testes, mais casos serão descobertos. No entanto, se a PrEP foi ampliada, o número de casos deveria cair e não estar subindo”, diz.Para Henrique Valle, infectologista do Hospital Brasília, o aumento das testagens é uma explicação plausível e positiva, mas outros fatores, como a diminuição do uso de preservativos e a falta de educação sexual, também podem estar influenciando os dados.Barbosa também argumenta que, embora a redução das taxas de mortalidade na última década tenha sido ressaltada, a diminuição ainda é baixa no comparativo anual. Por exemplo: em 2022, foram registrados 11.062 óbitos por Aids (uma taxa de 4,1 mortos por 100 mil habitantes), enquanto em 2023 foram 10.338 (taxa de 3,1). Antes da pandemia, em 2019, ocorreram 10.634 mortes.”Ou seja, o número não caiu. Se você olhar para antes da pandemia, verá que está praticamente igual”, diz. Para Barbosa, isso assusta considerando os muitos avanços em relação ao diagnóstico, prevenção e tratamento da condição. O esperado era que os números fossem mais animadores.Uma justificativa, pondera o professor, pode estar no acesso a essas novas tecnologias; os avanços não chegam de forma igualitária para todo mundo, o que demanda uma atuação conjunta dos órgãos públicos, especialmente dos estados e municípios, para ampliação da oferta.Segundo Barreira, a queda pequena já era esperada. De acordo com o diretor do Dathi, para qualquer condição, as taxas de mortalidade se estabilizam e deixam de cair ou subir drasticamente à medida em que há melhorias nas condições de vida. “No caso da Aids, o tratamento já está espalhado, com cerca de 96% das pessoas detectadas se tratando, então a queda da mortalidade passa a ser mais lenta”, afirma.De maneira geral, Valle resume que a a coexistência desses fenômenos reflete diferentes questões: “Tanto os desafios atuais, quanto a prevenção primária e os sucessos na assistência às pessoas vivendo com HIV”. Leia Também: Jogador de 32 anos é encontrado morto nas ruas de Moscou

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