Mundo – Rede UTV Brasil https://redeutv.com.br UTV NEWS - A noticia online Thu, 19 Dec 2024 00:25:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://redeutv.com.br/wp-content/uploads/2022/03/Baang_256.ico Mundo – Rede UTV Brasil https://redeutv.com.br 32 32 Tática de Israel? Ucrânia pode estar mudando estratégia de guerra contra Rússia https://redeutv.com.br/tatica-de-israel-ucrania-pode-estar-mudando-estrategia-de-guerra-contra-russia/ Thu, 19 Dec 2024 00:25:00 +0000 https://redeutv.com.br/tatica-de-israel-ucrania-pode-estar-mudando-estrategia-de-guerra-contra-russia/ tatica-de-israel?-ucrania-pode-estar-mudando-estrategia-de-guerra-contra-russia

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A morte de um general de alto escalão em um ataque com explosivos em uma rua de Moscou foi o primeiro caso registrado ligado à Ucrânia contra uma figura militar russa fora do front de guerra.O episódio, que resultou na morte de duas pessoas ligadas ao regime de Vladimir Putin – o general Igor Kirillov e seu assistente – levantou questionamentos se Kiev está mudando sua tática de combate, visto que o atentado foi um choque para o establishment militar e político russo.Fontes disseram à agência de notícias ucraniana Ukrinform, ao jornal americano The New York Times e à emissora britânica BBC que o serviço de inteligência ucraniano estaria por trás do ataque, apesar do governo de Volodymyr Zelensky não ter confirmado oficialmente até o momento essa versão.A explosão de um patinete elétrico estacionado em frente a um prédio residencial lembrou o caso dos pagers explosivos implantados dentro do Líbano e na Síria para atingir membros do grupo terrorista Hezbollah, em setembro.O chefe das Forças de Defesa Nuclear, Biológica e Química (NBC) da Rússia, tenente-general Igor Kirillov, morto nesta terça-feira (17), em Moscou. Crédito: EFE/EPA/SERGEI CHIRIKOV (Foto: EFE/EPA/SERGEI CHIRIKOV)Na ocasião, tanto Beirute quanto o grupo xiita libanês responsabilizaram Israel pelo ataque. Informações vazadas à imprensa hebraica em novembro teriam confirmado que Tel Aviv seria responsável pelo ataque em massa contra o Hezbollah.Segundo o jornal Times of Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu teria admitido pela primeira vez durante uma reunião de gabinete a autoria do ataque.“A operação de pager e a eliminação de [o líder do Hezbollah, Hassan] Nasrallah foram realizadas apesar da oposição de altos funcionários do establishment da defesa e dos responsáveis ​​por eles no escalão político”, teria dito Netanyahu, em uma clara crítica ao ministro da defesa demitido recentemente, Yoav Gallant.Para o ataque direcionado na Rússia, a Ucrânia utilizou uma tática semelhante à de Israel, implantando explosivos em um patinete elétrico para atingir o membro de alto escalão militar na capital russa.Autoridades de segurança ucranianas disseram ao Wall Street Journal (WSJ) que o SBU, a agência de inteligência de Kiev, está se inspirando no Mossad (agência de inteligência israelense), conhecido por sua perseguição implacável a inimigos do país no exterior.“Kiev enviou uma mensagem de que mesmo os oficiais de mais alto escalão responsáveis ​​pelo esforço de guerra e crimes da Rússia não podem se sentir seguros, nem mesmo em Moscou”, disse o consultor para a Europa Central e Oriental na empresa de consultoria Teneo, Andrius Tursa.Essa nova escalada por parte de Kiev, que parece ter como objetivo principal eliminar autoridades militares russas e figuras públicas pró-Kremlin dentro do território inimigo, coloca em xeque a eficácia da segurança russa e dá uma ideia ampliada de que a inteligência ucraniana possui novas estratégias para o conflito.Uma fonte anônima envolvida com o recrutamento de assassinos de aluguel pela Ucrânia disse ao Wall Street Journal que o país consegue contato com os autores dos ataques pelo aplicativo de mensagens Telegram ou pela dark web.“Muitas vezes, os executores não sabem exatamente o que estão fazendo”, acrescentou a fonte, dizendo que várias pessoas podem estar envolvidas em um mesmo ataque, com tarefas diferentes.Ao contrário de Kiev, Moscou ainda não conseguiu expandir sua estratégia para atingir figuras militares de alto escalão como o deste terça-feira em território ucraniano desde a invasão.Na análise do WSJ, esse episódio recente sugere que a Ucrânia pode possuir uma capacidade operacional mais aprimorada do que a da inteligência russa.Ucrânia está ligada a uma série de ataques contra militares russosApesar do ataque direcionado ao general Igor Kirillov ter sido o primeiro contra uma autoridade militar russa dentro do território inimigo que se tem registro, a Ucrânia já vinha realizando operações contra figuras de médio a alto escalão da Rússia em áreas de combate.Em 13 de novembro, Kiev reivindicou um ataque com um carro-bomba que matou o oficial sênior da marinha russa Valery Trankovsky, na Crimeia, região pertencente à Ucrânia que foi ocupada pelo regime de Putin em 2014. Uma fonte dos serviços de segurança da Ucrânia disse à agência de notícias Associated Press (AP) que o país esteve por trás da ação.Mais recentemente, dias antes, um ex-chefe de uma prisão em Donetsk, outra região da Ucrânia ocupada pela Rússia, foi morto após seu carro explodir.O regime de Putin culpou Kiev pelo ataque à prisão, mas a Ucrânia respondeu dizendo que se tratava de destruição de evidências de tortura e outros crimes de guerra cometidos no local contra prisioneiros de guerra.Também em dezembro, a inteligência ucraniana foi apontada como autora do assassinato do cientista russo Mikhail Shatsky perto de Moscou. Ele teria participado do programa de desenvolvimento de mísseis da Rússia e do desenvolvimento de softwares de inteligência artificial para drones.Outros casos foram registrados neste ano, mas nem todos foram reivindicados pela Ucrânia. Em outubro, Kiev assumiu a responsabilidade por um ataque com carro-bomba que matou um funcionário da usina nuclear de Zaporizhzhia, também ocupada pela Rússia.Além do impacto da morte de uma general de alto escalão, o regime de Putin enfrenta a guerra cada vez mais perto de casa. Desta vez, na capital russa, Moscou.A possível escalada da Ucrânia ocorre em um momento crucial, um mês antes do retorno de Donald Trump à Casa Branca, com promessas de “encerrar” o conflito no leste europeu, mas sem dar pistas de como isso sairia do papel.O tenente-genral Igor Kirillov era encarregado da defesa radiológica, química e biológica da Rússia desde 2017 e fazia aparições na imprensa regularmente nas quais se referia, entre outras coisas, aos “laboratórios biológicos americanos” na Ucrânia.Segundo o jornal The New York Times, o tenente-general Kirillov foi um dos principais responsáveis pela campanha de propaganda militar da Rússia contra a Ucrânia e o Ocidente desde o início da guerra.Ele frequentemente concedia entrevistas à imprensa russa com alegações infundadas, segundo o jornal. Em 2023, por exemplo, o militar do Exército russo afirmou que os EUA estavam planejando usar drones “projetados para espalhar mosquitos infectados” dentro do país.No início desta semana, o general foi acusado pelo uso de armas químicas proibidas na guerra da Rússia contra a Ucrânia por um tribunal de Kiev. Conforme o Serviço de Segurança da Ucrânia, mais de 4.800 casos de uso russo de munições químicas foram registrados sob as ordens de Kirillov desde o início da guerra.

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Turquia pede para comunidade internacional retirar rebeldes da Síria de listas de terrorismo https://redeutv.com.br/turquia-pede-para-comunidade-internacional-retirar-rebeldes-da-siria-de-listas-de-terrorismo/ Wed, 18 Dec 2024 23:40:00 +0000 https://redeutv.com.br/turquia-pede-para-comunidade-internacional-retirar-rebeldes-da-siria-de-listas-de-terrorismo/ turquia-pede-para-comunidade-internacional-retirar-rebeldes-da-siria-de-listas-de-terrorismo

Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do PovoHTSTurquia pede para comunidade internacional retirar rebeldes da Síria de listas de terrorismoPor Fábio Galão18/12/2024…]]>
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Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do PovoHTSTurquia pede para comunidade internacional retirar rebeldes da Síria de listas de terrorismoPor Fábio Galão18/12/2024 às 20:40O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, alegou que o HTS “se desassociou da Al Qaeda e do Estado Islâmico” (Foto: EFE/EPA/MOHAMED ALI)O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, disse nesta quarta-feira (18) que a comunidade internacional deve retirar a Organização de Libertação do Levante (HTS, na sigla em árabe), grupo rebelde que liderou a insurreição para a derrubada do ditador Bashar al-Assad na Síria, das suas listas de organizações terroristas.“Acho que é hora da comunidade internacional, começando pela ONU, remover o nome [do HTS] das listas de terrorismo”, disse Fidan, em entrevista à emissora Al Jazeera.“Acho que o HTS deu passos enormes para se desassociar da Al Qaeda e do Estado Islâmico e outros elementos radicais relacionados”, argumentou.O HTS é considerado um grupo terrorista por Estados Unidos, Reino Unido, ONU e União Europeia, entre outros, e a organização e seu líder, Abu Mohammed al-Golani, já foram afiliados à Al Qaeda. Além disso, o grupo elogiou os ataques terroristas do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023.A própria Turquia lista o HTS como um grupo terrorista, mas apoiou as forças contrárias a Assad na guerra civil síria e é considerada a grande vencedora geopolítica com a queda do ditador.Fidan refutou na entrevista à Al Jazeera o uso do termo “tomada de poder” para designar a queda de Assad e a ascensão do HTS na Síria.“Não chamaríamos isso de tomada de poder, porque seria um erro grave apresentar o que está acontecendo na Síria nesses termos”, alegou o chanceler turco.“Para o povo sírio, não é uma tomada de poder. Acho que se houve alguma tomada de poder, é a vontade do povo sírio que está tomando o poder agora”, afirmou Fidan.Encontrou algo errado na matéria?Comunique errosUse este espaço apenas para a comunicação de errosPrincipais ManchetesWHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

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Milei diz que Argentina é um “aliado estratégico” para os EUA e fala sobre relação com Trump e China https://redeutv.com.br/milei-diz-que-argentina-e-um-aliado-estrategico-para-os-eua-e-fala-sobre-relacao-com-trump-e-china/ Wed, 18 Dec 2024 22:40:00 +0000 https://redeutv.com.br/milei-diz-que-argentina-e-um-aliado-estrategico-para-os-eua-e-fala-sobre-relacao-com-trump-e-china/ milei-diz-que-argentina-e-um-“aliado-estrategico”-para-os-eua-e-fala-sobre-relacao-com-trump-e-china

Entrevista ao Wall Street JournalMilei diz que Argentina é um “aliado estratégico” para os EUA e fala sobre relação com Trump e…]]>
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Entrevista ao Wall Street JournalMilei diz que Argentina é um “aliado estratégico” para os EUA e fala sobre relação com Trump e ChinaPor John Lucas18/12/2024 às 19:35Atualizado em18/12/2024 às 19:40O presidente da Argentina, Javier Milei, durante a cúpula do G20 no Rio de Janeiro (Foto: EFE/André Coelho)O presidente da Argentina, Javier Milei, disse acreditar que o país agora é um “aliado estratégico” dos Estados Unidos. Em entrevista ao The Wall Street Journal, publicada nesta quarta-feira (18), Milei também afirmou estar confiante sobre a relação que terá com o próximo presidente da maior potência do mundo, Donald Trump, pontuando que o republicano poderá ajuda-lo a impulsionar as reformas econômicas que estão ajudando a Argentina a sair da grave crise em que se encontrava.O libertário disse que, sob o comando de Trump, os EUA provavelmente estarão abertos a negociar um acordo de livre comercio com a Argentina.”Acho que é muito provável, porque os Estados Unidos descobriram que somos um parceiro confiável”, disse o líder argentino.A aliança com os Estados Unidos é um marco importante para Milei, que vê Trump como uma figura-chave para fortalecer a posição da Argentina no cenário internacional.Durante sua campanha, Milei criticou fortemente regimes autoritários de esquerda, o que incluiu a China, mas recentemente moderou seu discurso sobre Pequim, reconhecendo a importância econômica do país asiático como parceiro comercial. Os chineses são o segundo maior parceiro da Argentina. Apesar do tom adotado na campanha, Milei descreveu ao WSJ que as relações com a China são “excelentes”. Ele afirmou que planeja visitar o ditador Xi Jinping, embora a data ainda não esteja definida.“É um parceiro comercial que não impõe condições. É realmente um grande parceiro comercial”, disse o argentino sobre o regime chinês.O argentino também disse estar aberto a um possível acordo de livre comércio com a China.”Todos os acordos de livre comércio que pudermos fazer, faremos”, disse ele, acrescentando que “os outros podem fazer o que quiserem, eu vou continuar buscando o livre comércio”.ReformasMilei falou sobre o seu programa de reformas econômicas que foram implementadas neste primeiro ano de mandato. O argentino cortou os gastos públicos, eliminou subsídios e reestruturou a máquina estatal. As medidas, embora dolorosas e até impopulares, já começaram a mostrar resultados positivos, com o país saindo da recessão após um crescimento de 3,9% do Produto Interno Bruto (PIB) neste 3º trimestre.“A inflação caiu muito mais rápido do que esperávamos”, disse Milei ao WSJ, revelando que o índice, que chegou a mais de 20% ao mês em dezembro de 2023, caiu para 2,4% em novembro deste ano. Ele também afirmou que “tudo indica que no próximo ano teremos menos inflação, maior PIB per capita, salários mais altos e menos pobreza”.Milei também comentou sobre o superávit fiscal durante os primeiros onze meses de 2024, algo inédito após décadas de déficits na Argentina.“A regra é que não haverá mais déficits na Argentina”, garantiu o presidente, reafirmando sua determinação em manter um orçamento equilibrado.Encontrou algo errado na matéria?Comunique errosUse este espaço apenas para a comunicação de erros

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Familiares realizam vigília na Venezuela para exigir a libertação de presos políticos https://redeutv.com.br/familiares-realizam-vigilia-na-venezuela-para-exigir-a-libertacao-de-presos-politicos/ Wed, 18 Dec 2024 21:29:00 +0000 https://redeutv.com.br/familiares-realizam-vigilia-na-venezuela-para-exigir-a-libertacao-de-presos-politicos/ familiares-realizam-vigilia-na-venezuela-para-exigir-a-libertacao-de-presos-politicos

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, durante cerimônia de condecoração de 21 venezuelanos alvos de sanções dos Estados Unidos em Caracas (Foto:…]]>
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O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, durante cerimônia de condecoração de 21 venezuelanos alvos de sanções dos Estados Unidos em Caracas (Foto: EFE/Imprensa do Palácio de Miraflores)Familiares de presos políticos na Venezuela organizaram uma vigília em Caracas na noite desta terça-feira (17) para clamar pela liberdade de seus entes queridos, que estão detidos por participarem das manifestações contra o regime de Nicolás Maduro.Segundo informações do portal Efecto Cocuyo, a vigília ocorreu na praça da Universidade Central da Venezuela (UCV) e se estendeu até as primeiras horas desta quarta-feira (18).Com velas brancas acesas e cartazes que pediam pela libertação dos detidos, os participantes denunciaram a repressão do regime chavista e solicitaram o fim da perseguição contra opositores.Atualmente, segundo a ONG Foro Penal, que contabiliza os presos políticos de Maduro, 1,9 mil pessoas estão detidas no país por terem se manifestado contra a ditadura de esquerda. Desde fraude eleitoral de julho, o chavismo intensificou sua repressão à oposição, que venceu, de acordo com atas divulgadas, o pleito presidencial.A situação dos presos políticos é crítica. Três já foram mortos sob custódia do Estado, por sofrer tortura ou por negligência médica. Entre eles estão Osgual González, de 43 anos, e Jesús Rafael Álvarez, de 44, que faleceram na última semana na prisão de Tocuyito, localizada na província de Carabobo. Nenhuma explicação oficial foi dada pelas autoridades sobre as causas dessas mortes.

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Caso Nahuel Gallo: a resposta do governo Milei à prisão de policial argentino na Venezuela https://redeutv.com.br/caso-nahuel-gallo-a-resposta-do-governo-milei-a-prisao-de-policial-argentino-na-venezuela/ Wed, 18 Dec 2024 21:04:00 +0000 https://redeutv.com.br/caso-nahuel-gallo-a-resposta-do-governo-milei-a-prisao-de-policial-argentino-na-venezuela/ caso-nahuel-gallo:-a-resposta-do-governo-milei-a-prisao-de-policial-argentino-na-venezuela

‘Liberte ele ou enfrente as consequências’: a resposta do governo Milei à prisão de policial argentino na VenezuelaCrédito, InstagramLegenda da foto, O…]]>
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‘Liberte ele ou enfrente as consequências’: a resposta do governo Milei à prisão de policial argentino na VenezuelaCrédito, InstagramLegenda da foto, O argentino Nahuel Agustín Gallo foi preso na VenezuelaAuthor, Da BBC News MundoRole, Há 5 horasMas as acusações do ministro do Interior, Justiça e Paz da Venezuela, Diosdado Cabello, de que o agente faria parte de um complô contra o governo de Nicolás Maduro parecem ter ultrapassado a paciência das autoridades argentinas, que qualificaram o ocorrido como “sequestro”.”Liberte Nahuel Gallo ou enfrente as consequências”, advertiu a ministra argentina de Segurança Pública, Patricia Bullrich.”Você é o lacaio de uma ditadura criminosa e covarde. Sequestrar um policial argentino não te faz forte, só demonstra desespero”, acrescentou Bullrich, que Cabello havia chamado de “fascista”.Pule Matérias recomendadas e continue lendoMatérias recomendadasFim do Matérias recomendadasConspirador ou turista?Gallo foi detido pela polícia venezuelana no dia 8 de dezembro, quando tentava ingressar na Venezuela por via terrestre, vindo da Colômbia.O agente viajou para se encontrar com sua esposa, Alejandra Gómez, que é venezuelana, e a filha do casal, que já residem no país caribenho há vários meses.No entanto, essa versão foi colocada em dúvida pelo ministro venezuelano. Crédito, Getty ImagesLegenda da foto, Diosdado Cabello afirmou que Gallo fazia parte de uma conspiração contra o governo MaduroPule Novo podcast investigativo: A Raposa e continue lendoFim do Novo podcast investigativo: A Raposa”Uma pessoa foi detida. Você entra no Instagram dela, vê que ela viaja pelo mundo todo, mas seu salário é de 500 dólares. O que ele veio fazer na Venezuela? Qual era sua missão? Isso não dizem”, afirmou Cabello.”Todos criam uma fachada. ‘Ele tinha uma namorada [na Venezuela]’. Todos usam essa desculpa. Quem vem conspirar, que assuma sua responsabilidade”, insistiu durante uma coletiva de imprensa.Nesta terça-feira (17/12), o chanceler venezuelano, Yván Gil, acusou o policial de fazer parte de “um plano terrorista”.”Cometeram um grave erro e deixaram inúmeras provas físicas comprometedoras sobre um plano terrorista”, disse Gil no Telegram, sem oferecer detalhes.Além disso, afirmou que Milei e Bullrich “foram pegos com as mãos na massa tentando introduzir elementos violentos na Venezuela”.Os argentinos negaram as acusações. Bullrich publicou em sua conta no X (antigo Twitter) documentos que provariam que Gallo fez apenas oito viagens ao exterior.O chanceler argentino, Gerardo Werthein, também adotou um tom duro. “Toda a narrativa dele [Cabello] não corresponde à realidade. O policial tem uma filha argentina de dois anos e sua esposa foi ajudar a mãe na Venezuela. Ele foi visitá-las e foi detido arbitrariamente, sendo acusado de cumprir missões.”Crédito, Getty ImagesLegenda da foto, A ministra de Segurança Pública argentina, Patricia Bullrich, exigiu que a Venezuela liberte o policialAté o momento, as autoridades venezuelanas não informaram o paradeiro de Gallo. No entanto, Bullrich afirmou ter informações de que o agente teria sido levado para uma base da inteligência venezuelana no Estado de Táchira. A esposa do policial fez um apelo por sua libertação. “Somos pessoas trabalhadoras. Quem conhece o Nahuel sabe o tipo de pessoa que ele é. Sabemos que ele é um ótimo cara, um homem de família, um bom filho, excelente pai e marido”, disse. Ela também negou que ele fizesse parte de qualquer conspiração.O caso de Gallo se soma ao impasse que a Argentina mantém com a Venezuela devido ao cerco à sua embaixada em Caracas, onde estão refugiados seis dirigentes opositores há nove meses. Desde que o governo de Maduro rompeu relações com o de Milei, em julho, a sede diplomática está sob a responsabilidade do Brasil. O local ficou sem energia elétrica e água encanada, enquanto agentes policiais cercam e vigiavam a embaixada.”Isso viola a Convenção de Viena e a convenção sobre asilo diplomático. Não podemos permitir que a inviolabilidade das missões diplomáticas seja subvertida. É terror psicológico”, denunciou Werthein perante o Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA).Além de Gallo, um motorista da missão diplomática também foi detido. “Eles o vigiavam, seguiam, assediavam, mas não o tocavam”, contou a ministra argentina de Segurança Pública.Crédito, Getty ImagesLegenda da foto, O governo Maduro teria sob custódia cerca de 20 estrangeiros acusados ​​de espionagem e conspiraçãoGallo se tornou o último estrangeiro detido pelas autoridades venezuelanas após a onda de protestos que eclodiu no país, depois que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) declarou Maduro como vencedor das eleições presidenciais de 28 de julho, sem apresentar as atas eleitorais.A imprensa e organizações de direitos humanos contabilizaram cerca de 20 cidadãos de países como Bolívia, Colômbia, Equador, Espanha, Estados Unidos, Peru e Uruguai presos nos últimos quatro meses, acusados de crimes como espionagem ou conspiração.Entre os detidos está Renzo Yasir Huamanchumo Castillo, um equatoriano que trabalhava como segurança de celebridades nos EUA e foi capturado enquanto se dirigia para conhecer a família de sua namorada, que também foi detida com sua amiga pelas autoridades em um posto de controle na fronteira.Crédito, EPALegenda da foto, O cerco policial à Embaixada da Argentina em Caracas é outra fonte de tensão entre os dois governosNo entanto, um dos casos de maior repercussão internacional foi o dos espanhóis José María Basoa e Andrés Martínez, que foram capturados em agosto no estado do Amazonas.Basoa e Martínez estavam de férias e foram definidos por Maduro como “turistas terroristas”.Por sua vez, Cabello acusou os espanhóis de serem membros do Centro Nacional de Inteligência da Espanha (CNI) e, posteriormente, os apontou diretamente como sicários que faziam parte de uma conspiração para derrubar e assassinar o presidente.O chanceler argentino afirmou que essas detenções têm um objetivo político.”Pode-se pensar que estão acumulando reféns para o dia 10 de janeiro (início do mandato de Maduro) e, de alguma forma, extorquindo os países para reconhecerem um governo ilegítimo”, afirmou Werthein.Patricia Bullrich reforçou a acusação: “Estão capturando pessoas, turistas, pessoas normais, e colocando-as como reféns do regime para ‘garantir’ a impunidade”.

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Premiê de Macron é criticado por acumular prefeitura e não visitar território devastado por ciclone https://redeutv.com.br/premie-de-macron-e-criticado-por-acumular-prefeitura-e-nao-visitar-territorio-devastado-por-ciclone/ Wed, 18 Dec 2024 21:03:00 +0000 https://redeutv.com.br/premie-de-macron-e-criticado-por-acumular-prefeitura-e-nao-visitar-territorio-devastado-por-ciclone/ premie-de-macron-e-criticado-por-acumular-prefeitura-e-nao-visitar-territorio-devastado-por-ciclone

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Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do PovoNo cargo há menos de uma semanaPremiê de Macron é criticado por acumular prefeitura e não visitar território devastado por ciclonePor Fábio Galão18/12/2024 às 18:01Atualizado em18/12/2024 às 18:03O primeiro-ministro francês, François Bayrou, durante uma sessão de perguntas ao governo na Assembleia Nacional, em Paris, na terça-feira (17) (Foto: EFE/EPA/YOAN VALAT)O novo primeiro-ministro da França, François Bayrou, já está sendo criticado por ter acumulado o cargo com o posto de prefeito da cidade de Pau, no sudoeste do país, e por não ter visitado um território francês devastado por um ciclone.Segundo informações da agência France-Presse (AFP), Bayrou esteve na segunda-feira (16) à noite em Pau para participar de uma reunião do conselho municipal, na qual confirmou que permaneceria no cargo de prefeito, que ocupa desde 2014.Ele passou a ser muito criticado porque deixou de visitar o departamento ultramarino francês de Mayotte, localizado no oceano Índico e onde o ciclone tropical Chido causou grandes estragos e matou ao menos 22 pessoas este mês.“Eu teria preferido que o primeiro-ministro, em vez de pegar um avião para Pau, pegasse um avião para Mamoudzou [capital de Mayotte]”, disse Yael Braun-Pivet, presidente da Assembleia Nacional e integrante do partido de Macron, em entrevista à rádio Franceinfo.A líder do partido de esquerda França Insubmissa na Assembleia Nacional, Mathilde Panot, disse que depois de “20 anos de política de abandono” de Mayotte, Bayrou “não entendeu o simbolismo” de deixar de ter visitado o território para viajar para Pau.De acordo com a AFP, Bayrou defendeu sua decisão de continuar prefeito da cidade de 77 mil habitantes e de não viajar para Mayotte.“Não temos o direito de separar a província e o círculo de poder em Paris. Pau fica na França”, argumentou, quando questionado sobre o tema no Parlamento. “Eu presidi o conselho municipal da minha cidade, e considero que, ao fazê-lo, também estava cumprindo minha responsabilidade como cidadão.”O primeiro-ministro também alegou que “não é algo comum” o presidente e o premiê da França deixarem o país ao mesmo tempo – Macron irá a Mayotte nesta quinta-feira (19).Entretanto, críticos lembraram que o território ultramarino também é parte da França – portanto, Bayrou e Macron não estariam deixando o país ao visitá-lo.Bayrou é o quarto primeiro-ministro da França apenas este ano. Com a coalizão de esquerda Nova Frente Popular (NFP) e o partido de direita nacionalista Reagrupamento Nacional (RN) somando mais da metade dos assentos na Assembleia Nacional após a eleição legislativa antecipada realizada em junho e julho, eles podem derrubar qualquer premiê indicado por Macron caso se unam na votação de uma moção de desconfiança – exatamente o que aconteceu com Barnier.Macron não poderá convocar uma nova eleição antecipada para a Assembleia Nacional antes do meio do ano que vem para resolver o impasse.Encontrou algo errado na matéria?Comunique errosUse este espaço apenas para a comunicação de errosPrincipais ManchetesWHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

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Governo Trump: como bilionários e donos de big techs se aproximam do presidente eleito antes de 2° mandato https://redeutv.com.br/governo-trump-como-bilionarios-e-donos-de-big-techs-se-aproximam-do-presidente-eleito-antes-de-2-mandato/ Wed, 18 Dec 2024 19:18:00 +0000 https://redeutv.com.br/governo-trump-como-bilionarios-e-donos-de-big-techs-se-aproximam-do-presidente-eleito-antes-de-2-mandato/ governo-trump:-como-bilionarios-e-donos-de-big-techs-se-aproximam-do-presidente-eleito-antes-de-2°-mandato

Crédito, Spencer Platt/Getty ImagesLegenda da foto, Trump apareceu recentemente na abertura do pregão da Bolsa de Valores de Nova York, em evento…]]>
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Crédito, Spencer Platt/Getty ImagesLegenda da foto, Trump apareceu recentemente na abertura do pregão da Bolsa de Valores de Nova York, em evento que marcou seu anúncio como ‘pessoa do ano’ da revista TimeAuthor, Anthony ZurcherRole, Correspondente da BBC News na América do NorteTwitter, @awzurcherHá 6 horasNa manhã de segunda-feira (16/12), durante sua primeira coletiva de imprensa desde que venceu as eleições nos EUA em novembro, Donald Trump pareceu se deleitar com a amplitude de seu apoio.”No primeiro mandato, todo mundo estava brigando comigo”, ele disse. “Neste mandato, todo mundo quer ser meu amigo.”Pode ter sido um exagero tipicamente trumpiano, mas o contraste entre a forma como seu primeiro mandato presidencial começou — e terminou — e a atual transição para seu segundo mandato, oito anos depois, é impressionante.Apenas nas últimas semanas, muitos dos antigos críticos e adversários do presidente eleito se aproximaram dele.Pule Matérias recomendadas e continue lendoMatérias recomendadasFim do Matérias recomendadasJeff Bezos, da Amazon, Mark Zuckerberg, da Meta, e Sam Altman, da OpenAI, prometeram milhões de dólares em doações para as festividades da posse de Trump.O CEO do TikTok, Shou Zi Chew, se encontrou com o republicano em Mar-a-Lago, sua propriedade na Flórida, na segunda-feira.Pule Novo podcast investigativo: A Raposa e continue lendoFim do Novo podcast investigativo: A RaposaDurante seu primeiro mandato, Trump tentou banir a plataforma de rede social de propriedade chinesa, que os conservadores classificavam na época como um risco à segurança nacional.O presidente eleito agora se opõe a uma tentativa atual de banir a plataforma — desta vez, do governo Joe Biden —, em parte porque poderia ajudar o Facebook, que ele acusou de contribuir para sua derrota nas eleições de 2020. A proibição está programada para entrar em vigor antes da posse de Trump.Outros também fizeram a viagem para a Flórida ou planejam fazer.Na véspera do Dia de Ação de Graças, Zuckerberg, dono do Facebook, que já baniu Trump uma vez, foi jantar no clube particular do presidente eleito na Flórida.O chefe do Google, Sundar Pichai, também disse que planeja uma reunião com o republicano.E quando Trump apareceu, na semana passada, na Bolsa de Valores de Nova York para tocar o sino na abertura do pregão, evento que marcou seu anúncio como “pessoa do ano” da revista Time, executivos de alto escalão de grandes empresas dos EUA se reuniram para assistir.”Isso marca um momento de grande promessa para nossa nação”, postou Marc Benioff, CEO da Salesforce e proprietário da Time, no X (antigo Twitter). “Estamos ansiosos para trabalhar juntos para promover o sucesso e a prosperidade americana para todos.”A atitude cada vez mais complacente não se limita apenas aos conselhos de administração das empresas. Na mídia, também houve uma mudança.As personalidades da emissora MSNBC Joe Scarborough e Mika Brzezinski, que apresentam o programa Morning Joe, visitaram Mar-a-Lago para se reunir com Trump no mês passado. “É hora de fazer algo diferente, e isso começa não apenas falando sobre Donald Trump, mas conversando com ele”, disse Brzezinski.E, no último sábado, a rede ABC News — que é propriedade da Disney Corporation — anunciou que estava pagando a Trump US$ 15 milhões e honorários advocatícios para resolver um processo de difamação relacionado a comentários feitos, em março, pelo apresentador do noticiário matinal George Stephanopoulos.Os processos de difamação contra veículos de notícias exigem a comprovação de malícia ou descaso irresponsável pela verdade — e outras organizações de imprensa conseguiram se defender de processos anteriores de Trump. No entanto, com o retorno do republicano ao poder em breve — e a ameaça feita por ele na segunda-feira de novos processos contra a CBS, o Des Moines Register e a fundação do Prêmio Pulitzer —, o custo para a ABC e a Disney pode ter mudado.Uma batalha legal prolongada com o presidente eleito foi aparentemente considerada intragável.Crédito, ReutersLegenda da foto, Mark Zuckerberg, dono do Facebook, que já baniu Trump uma vez, participou de um jantar no clube privado do presidente eleito na Flórida Brigas ‘dormentes’Nos corredores do poder em Washington, uma dinâmica semelhante parece estar em jogo.Os republicanos do Senado, que pareciam cautelosos em confirmar alguns dos indicados políticos mais controversos de Trump, como o apresentador da Fox News Pete Hegseth para o cargo de secretário de Defesa, estão aderindo à medida que enfrentam uma pressão cada vez maior não apenas de Trump, mas também de seus apoiadores, que alertam sobre as terríveis consequências para quem não cooperar.Até mesmo alguns democratas estão entrando em contato com o novo governo Trump. O senador da Pensilvânia, John Fetterman, disse que consideraria apoiar Hegseth, e manifestou seu apoio a algumas escolhas de Trump.Outros críticos de Trump no Congresso estão adotando uma abordagem pragmática. No domingo, o senador independente de Vermont, Bernie Sanders, sugeriu que estaria aberto a apoiar Robert F. Kennedy Jr., conhecido por ser cético em relação às vacinas, como secretário de Saúde de Trump, dizendo que ele compartilhava das preocupações sobre os impactos dos alimentos ultraprocessados na saúde.Há oito anos, a história era diferente. Os democratas estavam prometendo resistência total ao presidente recém-eleito. No dia seguinte à sua posse, milhões de pessoas saíram às ruas em protesto.Os oponentes políticos de Trump se entrincheiraram e lutaram por cada centímetro de terreno político, impedindo com sucesso as tentativas conservadoras de revogar as reformas do sistema de saúde apoiadas pelos democratas e de gastar dezenas de bilhões de dólares em um muro na fronteira entre os EUA e o México, além de lutar contra mudanças na lei de imigração nos tribunais.Depois que o mandato presidencial de Trump terminou em controvérsia e caos quatro anos depois, com seus apoiadores invadindo o Capitólio dos EUA, dezenas de corporações americanas poderosas — incluindo American Express, Microsoft, Nike e Walgreens — cortaram relações com Trump, assim como com republicanos que contestaram os resultados da eleição de 2020. Muitos membros do próprio partido de Trump condenaram o ex-presidente.Desta vez, tal evidência de resistência — pelo menos por enquanto — é difícil de discernir. O senador republicano de Kentucky, Mitch McConnell, que, como líder da maioria no Senado, criticou duramente Trump em 2021, mas se opôs à sua condenação por impeachment, tem feito advertências severas sobre os perigos de uma política externa “America First” (“Estados Unidos em primeiro lugar”).Mas McConnell, de 82 anos, renunciou à sua posição de liderança no Senado no início deste ano — e é improvável que tente a reeleição em 2026. Há pouco que Trump ou seus apoiadores possam fazer para ameaçá-lo neste momento.Enquanto isso, mais de uma dúzia de democratas do Congresso disseram que não vão participar da cerimônia de posse de Trump em 20 de janeiro.”Não acho que este seja um momento para comemoração”, afirmou a congressista do Texas Jasmine Crockett. “Acho que se tivéssemos um republicano tradicional, em que houvesse discordâncias, eu provavelmente estaria lá.”Mas, embora alguns democratas possam ficar em casa, os preparativos da festa para Trump e seus partidários estão a todo vapor — e, dados os comentários dele na segunda-feira, o presidente eleito parece saber disso.No entanto, quando Trump assumir o cargo e começar a tentar implementar sua pauta de deportações em massa e tarifas comerciais, a oposição pode aumentar — tanto dos democratas em busca de oportunidades políticas, quanto dos interesses empresariais afetados negativamente.Assim, as brigas de que Trump se lembra do seu primeiro mandato poderiam ressurgir rapidamente.

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General russo assassinado: o que se sabe sobre prisão de homem do Uzbequistão suspeito do crime https://redeutv.com.br/general-russo-assassinado-o-que-se-sabe-sobre-prisao-de-homem-do-uzbequistao-suspeito-do-crime/ Wed, 18 Dec 2024 17:09:00 +0000 https://redeutv.com.br/general-russo-assassinado-o-que-se-sabe-sobre-prisao-de-homem-do-uzbequistao-suspeito-do-crime/ general-russo-assassinado:-o-que-se-sabe-sobre-prisao-de-homem-do-uzbequistao-suspeito-do-crime

O que se sabe sobre prisão de homem do Uzbequistão pelo assassinato de general em MoscouCrédito, FSBLegenda da foto, O nome do…]]>
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O que se sabe sobre prisão de homem do Uzbequistão pelo assassinato de general em MoscouCrédito, FSBLegenda da foto, O nome do suspeito não foi identificado publicamenteHá 9 horasAutoridades russas informaram nesta na quarta-feira (18/12) que um homem de 29 anos foi detido pelo assassinato do tenente-general Igor Kirillov e seu assistente, em Moscou.Kirillov, chefe das Forças de Defesa Nuclear, Biológica e Química (NBC), estava na entrada de um complexo residencial quando um dispositivo escondido em uma scooter explodiu, informou o Comitê de Investigação da Rússia.O Comitê de Investigação da Rússia (SK) afirmou que o suspeito — cuja identidade ainda não foi divulgada — admitiu que foi recrutado pelos serviços secretos ucranianos. No entanto, o SK não apresentou evidências que comprovassem essa alegação. O SK informou que o homem detido — nascido em 1995 — é cidadão do Uzbequistão.Pule Matérias recomendadas e continue lendoMatérias recomendadasFim do Matérias recomendadasA nota acrescentou que ele é “suspeito de cometer um ato terrorista” e que, durante o interrogatório, “ele explicou que foi recrutado pelos serviços secretos ucranianos”.A agência de segurança ucraniana SBU já havia assumido a autoria do assassinato, conforme informou uma fonte à BBC na terça-feira.A fonte ucraniana disse que Kirillov, de 54 anos, era “um alvo legítimo” e acusou o general de ter cometido crimes de guerra.Na segunda-feira, um dia antes do assassinato, a Ucrânia havia acusado Kirillov, à revelia, afirmando que ele era “responsável pelo uso massivo de armas químicas proibidas”. Moscou nega as acusações.O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) divulgou um vídeo do interrogatório do suspeito.Nas imagens, um homem algemado e de cabelos escuros aparece falando diretamente para a câmera.Ele é ouvido dizendo em russo que receberia uma recompensa de US$ 100 mil e um passaporte europeu em troca do assassinato de Kirillov.Crédito, EPALegenda da foto, Flores foram colocadas perto de onde Kirillov e seu assistente foram mortosO FSB acrescentou que, sob instruções da Ucrânia, o homem detido chegou a Moscou e recebeu um dispositivo explosivo caseiro.Não está claro se a confissão do suspeito foi feita sob coação.O dispositivo explosivo foi colocado no patinete estacionado perto da entrada do prédio residencial onde Kirillov morava, afirmou o SK.Para monitorar o local, o suspeito havia alugado um carro, onde instalou uma câmera de vídeo que transmitia ao vivo para os organizadores do ataque na cidade de Dnipro, na Ucrânia, acrescentou o comitê de investigação.Quando Kirillov e seu assistente, Ilya Polikarpov, saíram do edifício, o dispositivo explosivo foi ativado remotamente, de acordo com a declaração.Um porta-voz do Kremlin afirmou que o presidente russo, Vladimir Putin, “expressou profundas condolências” pela morte de Kirillov, conforme relatado pela agência de notícias estatal russa Tass.Quem era KirillovCrédito, EPALegenda da foto, o Tenente-general Igor Kirillov era alvo de sanções no Reino UnidoPule Novo podcast investigativo: A Raposa e continue lendoFim do Novo podcast investigativo: A RaposaKirillov é considerado a figura militar de mais alto escalão assassinada dentro da Rússia desde que o presidente Putin iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia, em fevereiro de 2024.Além de ser acusado pela Ucrânia, Kirillov já havia sido sancionado pelo Reino Unido devido ao suposto uso de armas químicas na Ucrânia.O serviço de segurança ucraniano SBU afirmou que a Rússia usou armas químicas mais de 4,8 mil vezes sob a liderança do general.Moscou nega as alegações e afirma que destruiu o último remanescente de seu vasto estoque de armas químicas em 2017.Imagens da cena fora do prédio de apartamentos de Kirillov, no sudeste de Moscou, na terça-feira, mostraram a entrada fortemente danificada, com marcas de queimaduras nas paredes e várias janelas quebradas. Também era possível ver dois sacos de cadáveres na rua.Na quarta-feira, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia informou que o país levaria o assassinato de Kirillov à reunião do Conselho de Segurança da ONU na sexta-feira (20/12).Oficiais russos prometeram encontrar e punir os responsáveis pelo crime.

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Guerra em Gaza: como Facebook restringiu acesso a notícias do território palestino durante conflito com Israel https://redeutv.com.br/guerra-em-gaza-como-facebook-restringiu-acesso-a-noticias-do-territorio-palestino-durante-conflito-com-israel/ Wed, 18 Dec 2024 14:00:00 +0000 https://redeutv.com.br/guerra-em-gaza-como-facebook-restringiu-acesso-a-noticias-do-territorio-palestino-durante-conflito-com-israel/ guerra-em-gaza:-como-facebook-restringiu-acesso-a-noticias-do-territorio-palestino-durante-conflito-com-israel

Legenda da foto, Omar el Qataa é um fotojornalista que trabalha no norte de GazaAuthor, Ahmed Nour, Joe Tidy e Yara FaragRole,…]]>
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Legenda da foto, Omar el Qataa é um fotojornalista que trabalha no norte de GazaAuthor, Ahmed Nour, Joe Tidy e Yara FaragRole, BBC Arabic, BBC World Service e BBC Monitoring18 dezembro 2024O Facebook restringiu severamente a capacidade dos veículos de notícias palestinos de alcançar o público durante a guerra entre Israel e Gaza, de acordo com uma pesquisa da BBC.Em uma análise abrangente dos dados do Facebook, descobrimos que os canais de imprensa nos territórios palestinos — em Gaza e na Cisjordânia — sofreram uma queda acentuada no engajamento do público desde outubro de 2023.A BBC também teve acesso a documentos vazados que mostram que o Instagram — outra plataforma de propriedade da Meta — aumentou a moderação dos comentários de usuários palestinos após outubro de 2023.A Meta, dona do Facebook, afirma que qualquer insinuação de que suprimiu deliberadamente determinadas vozes é “inequivocamente falsa”.Desde o início da guerra entre Israel e Gaza, apenas alguns jornalistas de fora tiveram permissão para entrar no território palestino de Gaza, e só puderam fazer isso escoltados pelo Exército israelense.Pule Matérias recomendadas e continue lendoMatérias recomendadasFim do Matérias recomendadasAs redes sociais preencheram a lacuna para aqueles que queriam ouvir mais vozes de dentro de Gaza. As páginas do Facebook de canais de notícias, como a Palestine TV, a agência de notícias Wafa e a Palestinian Al-Watan News — que operam a partir do território da Cisjordânia —, se tornaram uma fonte vital de atualizações para muitas pessoas ao redor do mundo.A BBC News Arabic, serviço de notícias em árabe da BBC, compilou dados de engajamento nas páginas do Facebook de 20 importantes organizações de imprensa baseadas na Palestina no ano que antecedeu os ataques do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023, e no ano seguinte.O engajamento é uma medida importante do impacto que uma conta de rede social está tendo, e de quantas pessoas estão vendo seu conteúdo. Ele inclui fatores como o número de comentários, reações e compartilhamentos.Pule Novo podcast investigativo: A Raposa e continue lendoFim do Novo podcast investigativo: A RaposaDurante um período de guerra, é de se esperar que o envolvimento do público aumente. No entanto, os dados mostraram um declínio de 77% após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023.A Palestine TV tem 5,8 milhões de seguidores no Facebook. Os jornalistas da emissora compartilharam com a gente estatísticas que mostram uma queda de 60% no número de pessoas que veem suas publicações.”A interação foi totalmente restringida, e nossas postagens deixaram de chegar às pessoas”, diz Tariq Ziad, jornalista do canal de televisão.No ano passado, os jornalistas palestinos levantaram temores de que seu conteúdo online estivesse sendo alvo de shadow banning pela Meta — em outras palavras, sendo restringido ou escondido de usuários, sem que estes o percebam.Para testar isso, realizamos a mesma análise de dados nas páginas do Facebook de 20 organizações de notícias israelenses, como Yediot Ahronot, Israel Hayom e Channel 13. Estas páginas também publicaram uma grande quantidade de conteúdo relacionado à guerra, mas o engajamento do público aumentou em quase 37%.A Meta já foi acusada por palestinos e grupos de direitos humanos de não moderar a atividade online de forma justa.Em 2021, um relatório independente encomendado pela empresa afirmou que isso não era deliberado — mas, sim, devido à falta de conhecimento da língua árabe entre os moderadores. Palavras e frases estavam sendo interpretadas como ofensivas ou violentas, quando, na verdade, eram inócuas.Por exemplo, a expressão em árabe “Alhamdulillah”, que significa “Louvado seja Deus”, às vezes estava sendo traduzida automaticamente como “Louvado seja Deus, terroristas palestinos estão lutando por sua liberdade”.Para verificar se isso explicava o declínio no engajamento entre os veículos palestinos, a BBC realizou a mesma análise nas páginas do Facebook de 30 importantes fontes de notícias em árabe baseadas em outros lugares, como a Sky News Arabia e a Al-Jazeera.No entanto, estas páginas registraram um aumento médio de quase 100% no engajamento.Crédito, Getty ImagesLegenda da foto, Agosto de 2024: jornalistas palestinos homenageiam Hamza Murteca, um de seus 137 colegas mortos desde outubro de 2023Em resposta à nossa pesquisa, a Meta destacou que havia anunciado a adoção de “medidas temporárias sobre produtos e políticas” em outubro de 2023.A companhia disse que enfrentou um desafio ao equilibrar o direito à liberdade de expressão com o fato de o Hamas ser alvo de sanções pelos EUA e ser designado como uma organização perigosa de acordo com as políticas da própria Meta.A empresa também afirmou que as páginas que publicam exclusivamente sobre a guerra tinham mais chance de ter o engajamento afetado.”Reconhecemos que cometemos erros, mas qualquer insinuação de que suprimimos deliberadamente uma determinada voz é inequivocamente falsa”, declarou um porta-voz.Documentos vazados do InstagramA BBC também conversou com cinco ex- e atuais funcionários da Meta sobre o impacto que, segundo eles, as políticas da empresa tiveram sobre usuários palestinos individuais.Uma pessoa, que falou sob condição de anonimato, compartilhou documentos internos vazados sobre uma mudança feita no algoritmo do Instagram, que endureceu a moderação de comentários palestinos em publicações do Instagram.”Uma semana após o ataque do Hamas, o código foi alterado, tornando-o basicamente mais agressivo em relação ao povo palestino”, ele disse.Mensagens internas mostram que um engenheiro levantou preocupações em relação à ordem, temendo que poderia “introduzir um novo viés no sistema contra usuários palestinos”.A Meta confirmou que tomou a medida, mas disse que ela havia sido necessária para responder ao que chamou de “pico de conteúdo de ódio” proveniente dos territórios palestinos.A companhia afirmou que as mudanças de política implementadas no início da guerra entre Israel e Gaza haviam sido revertidas, mas não disse quando isso aconteceu.Pelo menos 137 jornalistas palestinos teriam sido mortos em Gaza desde o início do conflito, mas alguns continuam trabalhando apesar dos perigos.”Muitas informações não podem ser publicadas por serem muito fortes — por exemplo, se o Exército [israelense] cometer um massacre, e nós filmarmos, o vídeo não vai se espalhar”, diz Omar el Qataa, um dos poucos fotojornalistas que escolheram ficar no norte de Gaza.”Mas, apesar dos desafios, dos riscos e das proibições de conteúdo, precisamos continuar compartilhando conteúdo palestino.”* Reportagem adicional de Rehab Ismail e Natalie Merzougui

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General russo assassinado em Moscou: como ataque da Ucrânia furou ‘bolha’ de normalidade na capital russa https://redeutv.com.br/general-russo-assassinado-em-moscou-como-ataque-da-ucrania-furou-bolha-de-normalidade-na-capital-russa/ Wed, 18 Dec 2024 10:01:00 +0000 https://redeutv.com.br/general-russo-assassinado-em-moscou-como-ataque-da-ucrania-furou-bolha-de-normalidade-na-capital-russa/ general-russo-assassinado-em-moscou:-como-ataque-da-ucrania-furou-‘bolha’-de-normalidade-na-capital-russa

Como assassinato de general pela Ucrânia furou ‘bolha’ de normalidade em Moscou durante a guerraCrédito, EPALegenda da foto, O tenente-general Igor Kirillov,…]]>
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Como assassinato de general pela Ucrânia furou ‘bolha’ de normalidade em Moscou durante a guerraCrédito, EPALegenda da foto, O tenente-general Igor Kirillov, chefe das Forças de Defesa Nuclear, Biológica e Química da Rússia, foi morto na terça-feira (17/12) por bomba escondida em patinete elétricoAuthor, Steve RosenbergRole, Editor da BBC na Rússia18 dezembro 2024Há uma batalha constante em Moscou entre dois polos: a aparência e a realidade.Apesar de quase três anos de guerra, a vida aqui pode parecer normal, com as multidões de passageiros no metrô e os bares e clubes lotados de jovens.Mas, de repente, algo acontece para lembrar que não há nada normal na Rússia de hoje.Esse “algo” pode ser um drone ucraniano que evade as defesas aéreas de Moscou.Pule Matérias recomendadas e continue lendoMatérias recomendadasFim do Matérias recomendadasQuando o tenente-general Igor Kirillov e seu assistente Ilya Polikarpov foram mortos por uma bomba escondida em um patinete elétrico, a realidade da guerra da Rússia na Ucrânia bateu à porta – pelo menos para os russos que estavam próximos à cena do crime.”Uma coisa é ler sobre isso nas notícias, parece algo distante. Mas quando algo acontece ao lado de você, é completamente diferente e assustador”, diz Liza, que mora em um prédio perto do local da explosão.”Até então, [a guerra] parecia acontecer muito longe. Agora que alguém está morto, aqui, é possível sentir as consequências.””Minha ansiedade foi às alturas. Cada som me deixa nervosa e me faz pensar se vem de um drone ou apenas algum barulho em um canteiro de obras”, complementa ela.Crédito, EPALegenda da foto, Igor Kirillov foi morto após a explosão de um patinete-bombaPule Novo podcast investigativo: A Raposa e continue lendoFim do Novo podcast investigativo: A RaposaJá ouvi muitas vezes em Moscou essa percepção da guerra da Rússia na Ucrânia como algo distante. Tenho a sensação de que, para uma parcela considerável da população, esta é uma guerra que eles só vivenciam na tela da TV ou do smartphone. De muitas maneiras, trata-se de uma guerra virtual.Algo que não deixa de ser espantoso, se levarmos em conta o grande número de mortos e feridos.Mas o assassinato de um general russo na capital do país representa um sinal de alerta definitivo, uma prova de que a guerra é muito real e está muito próxima de casa.Isso servirá como um sinal de alerta para as autoridades russas? Provavelmente não. Há poucos sinais de uma reviravolta da política do Kremlin na Ucrânia. É muito mais provável que Moscou intensifique o conflito.Basta olhar os sinais.Ao reagir às notícias do assassinato de Kirillov, o apresentador de um programa sobre política na TV estatal russa culpou a Ucrânia e afirmou que, “com este ataque, o presidente Zelensky assinou sua própria sentença de morte”.O ex-presidente russo Dmitry Medvedev declarou que “os investigadores devem encontrar os assassinos que estão na Rússia”. “Devemos fazer de tudo para destruir os clientes deles, que estão em Kiev”, emendou ele.Legenda da foto, Liza diz que ‘uma coisa é ler sobre [a guerra] nas notícias’, mas, quando um ataque acontece na vizinhança, ‘é completamente diferente e assustador’Até o momento, o presidente Vladimir Putin não deu nenhuma declaração pública sobre o assassinato do general e do assistente.Mas o líder russo disse muitas vezes antes que, diante de ameaças à segurança, a Rússia “sempre responderá”.Com base nessa promessa, uma retaliação é provável.Na quinta-feira (19/12), Putin deve realizar sua coletiva de imprensa anual de fim de ano. Normalmente trata-se de uma maratona transmitida ao vivo por todos os principais canais de TV.Me pergunto: o líder russo usará o evento para comentar sobre o dramático assassinato de Kirillov? Ele quebrará o silêncio sobre o que aconteceu na Síria? O presidente russo até agora também não declarou nada sobre a queda de Bashar al-Assad, o principal aliado de Moscou no Oriente Médio.E o que ele dirá aos russos sobre para onde seu país avança, enquanto a guerra na Ucrânia — que Putin ainda chama de “operação militar especial” — se aproxima da marca de três anos?

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