Professor de jiu-jitsu de Elias Fausto procurado por estupro de vulnerável é preso

Professor de jiu-jitsu de Elias Fausto procurado por estupro de vulnerável é preso Gustavo Nolasco/EPTV Um professor de jiu-jitsu de um projeto esportivo custeado pela Prefeitura de Elias Fausto (SP) que era procurado pela Justiça de Monte Mor por estupro de vulnerável, foi preso durante uma abordagem da Polícia Militar em Monte Mor (SP), na noite de sexta-feira (7). A pena é de 18 anos em regime fechado. De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), Davi da Silva Santos, de 51 anos, passou pela audiência de custódia neste sábado (8). O tribunal informou que se trata do cumprimento de um mandado de prisão e que não foram identificadas irregularidades na prisão. Ele permanece preso. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Piracicaba no WhatsApp Em nota, a Prefeitura de Elias Fausto (SP) afirmou que não tinha conhecimento de qualquer denúncia ou investigação envolvendo o professor antes da prisão. Segundo a administração, o caso é anterior à atual gestão e tramitava sob segredo de Justiça — veja a posição completa abaixo. 🔎 O mandado tem como base o artigo 217-A, que segundo o Código Penal, tipifica o crime de estupro de vulnerável contra menores de 14 anos e pessoas que não tenham condições de consentir ou oferecer resistência. Captura Segundo a PM, policiais do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) faziam patrulhamento no Jardim Capuavinha quando identificaram um homem com características semelhantes às de um procurado pela Justiça. Durante a abordagem, nada de ilícito foi encontrado com ele. No entanto, após consulta aos documentos, os policiais constataram que havia um mandado de prisão em aberto contra o homem, expedido pela Justiça de Monte Mor. O homem foi levado ao Plantão Policial de Monte Mor, onde o caso foi registrado como captura de procurado. O que diz a Prefeitura de Elias Fausto Agora no g1 Em nota, a Prefeitura de Elias Fausto informou que o caso envolvendo o professor é anterior à atual administração municipal e estava sendo tratado pelas autoridades competentes sob segredo de Justiça. Segundo a administração, o município não tinha conhecimento dos fatos, da investigação ou de qualquer denúncia relacionada ao profissional antes da prisão. A Prefeitura afirmou que tomou conhecimento do caso somente após a prisão e a divulgação de informações sobre o episódio. Ainda de acordo com a administração municipal, não havia registro ou comunicação oficial anterior direcionada à atual gestão sobre a conduta investigada. O município informou que permanece à disposição das autoridades para colaborar com os esclarecimentos necessários. A Prefeitura também afirmou que respeita o trabalho das autoridades responsáveis pela investigação e que não compactua com qualquer forma de abuso ou violência, especialmente contra crianças e adolescentes. VÍDEOS: Tudo sobre Piracicaba e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba