Alcoolismo e bipolaridade criam armadilhas que levam à bagunça financeira
No meu alcoolismo ativo, nunca dei a menor bola para dinheiro. Mesmo tendo saldo, não pagava nada em dia: simplesmente ignorava as contas. Não tinha o mínimo controle. Era comum, nos bares, pagar a conta para todo mundo. Bastava beber que eu virava milionária. Quem sentasse comigo tinha a sorte de ter o consumo pago por mim. E, quanto mais eu bebia, mais eu esbanjava.
Leia mais (06/08/2026 - 12h05)