Fábrica de gelo clandestina que usava água coletada da chuva é interditada em Cosmópolis

12/03/2026 - 11:00  
Fábrica de gelo clandestina que usava água coletada da chuva é interditada em Cosmópolis

Fábrica de gelo clandestina que usava água coletada da chuva é interditada em Cosmópolis Uma fábrica de gelo clandestina foi interditada na noite desta quarta-feira (11) no Jardim Alvorada em Cosmópolis (SP). Perito constatou que a água usada na fabricação do gelo era coletada da chuva. Três pessoas foram presas em flagrante durante ação da Guarda Municipal (GCM) e da Ronda Ostensiva Municipal (ROMU). O produto era fabricado sem condições de higiene e controle sanitário. Imagens cedidas pela Guarda de Cosmópolis mostram sujeira, desorganização e a forma como a água era captada. Veja, acima. Três pessoas são presas, e fábrica de gelo clandestina é interditada em Cosmópolis Segundo a Guarda, foram apreendidas 29 porções de crack e o perito constatou que a água usada na produção era coletada da chuva. 📲 Siga o g1 Piracicaba no Instagram Refrigeradores e máquinas de fabricação estavam misturados a um colchão, aparelhos de som, um sofá, sapatos, roupas e outros objetos. Interior de fábrica de gelo clandestina interditada em Cosmópolis (SP) Reprodução/EPTV De acordo com a Polícia Civil, a ocorrência começou após denúncia de tráfico de drogas. Na Rua Professor Joaquim Pedroso, agentes flagraram dois indivíduos entrando em um barracão, onde funcionava a fábrica clandestina. As duas pessoas tentaram fugir, mas foram detidos. Questionadas, não apresentaram licença para fabricar o produto. Mais tarde, um terceiro indivíduo se apresentou como proprietário do estabelecimento. "A equipe foi averiguar, foi encontrado uma porção de substância parecida com o crack e pelo local havia algumas máquinas em funcionamento, três máquinas de gelo e quatro freezers. Na hora, a gente percebeu que era uma fábrica clandestina. (...) Embalagens, muita sujeira, mal cheiro, resto de comida, bastante ependorf, tinha até uma cama bem suja no local", informou o GCM Rogério de Melo. Segundo o agente, o que mais chamou atenção foi a origem da água, retirada diretamente da encanação. Os produtos eram vendidos para comércios da região, como adegas e eventos. "Não tinha nenhum documento de funcionamento. Foi acionado nosso setor de fiscalização e, no momento, constatou que não tinha nada legalizado alí", completou o guarda. VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e Região Veja mais notícias da região no g1 Piracicaba