As mentiras que alimentam ataques contra profissionais de saúde que combatem o ebola: 'Disseram que não era real'
"Eles me agarraram por trás e começaram a me socar, a me bater com pás e facões", diz Daniel Uyirwoth Welo, um dos quatro voluntários da Cruz Vermelha feridos quando uma multidão tentou abrir um caixão que continha o corpo de uma pessoa que havia morrido de ebola.
Leia mais (07/12/2026 - 10h56)