Caneta é capaz de detectar se tumor é maligno em poucos segundos durante cirurgia

Em uma das salas cirúrgicas do Einstein Hospital Israelita, em São Paulo, um paciente é preparado para a remoção de pelo menos metade da tireoide, glândula que fica no pescoço e que é responsável pela produção de hormônios importantes para o metabolismo. Mas algo destoa do usual. A poucos passos do campo cirúrgico, uma máquina faz um ruído persistente, como um pequeno ar-condicionado. E, ao lado dela, o operador, com privativo bege (o que indica que não é do time assistencial), enumera os movimentos em curso e se prepara para quando chegar sua hora de agir.
Leia mais (08/30/2025 - 04h00)