Estudo liga memória excepcional de superidosos a maior número de neurônios novos
O cérebro de muitas pessoas se deteriora com a idade, ficando repleto de proteínas defeituosas que resultam em morte celular e perda de memória e cognição. Mas o cérebro de outras pessoas permanece quase perfeitamente intacto, com o raciocínio tão afiado aos 80 anos quanto era aos 50.
Leia mais (03/11/2026 - 07h00)