Meu médico me aconselhou a não
comer chocolate nem doce. Bem, desde que eu parei de beber, um jeito de repor todo aquele açúcar do álcool foi o doce. E agora? Comecei a pensar nos últimos acontecimentos (a
dissociação que contei na coluna passada) e me bateu uma saudade grande da
minha avó. Ela não era exatamente a pessoa mais doce do mundo, mas comigo, na grande maioria das vezes, era o conforto de que eu precisava. E com essa de não comer doce, me lembrei das tardes de quando eu era pequena e recolhíamos amora dos pés que tinha perto da casa dela para fazer geleia.
Leia mais (04/13/2026 - 12h35)