Pessoas em situação de maior vulnerabilidade ao HIV e que não estejam utilizando a profilaxia pré-exposição (PrEP) -medicamento que reduz o risco de infecção pelo HIV quando usado antes de uma possível exposição ao vírus- por dificuldades sociais ou de acesso aos serviços de saúde devem estar entre as primeiras a receber a versão injetável pelo Sistema Único de Saúde (SUS), caso o cabotegravir seja incorporado à rede pública.
Leia mais (09/16/2026 - 19h30)