Eu adoro jogos. Não tenho mais tempo, estamina ou oportunidades para jogar handebol ou vôlei (no basquete sempre fui uma negação), então as pilhas de
jogos de tabuleiro crescem nas minhas estantes. Jogos são oportunidades de aprendizado e superação em que todos sempre ganham, mesmo quando perdem a partida. Por isso, teimo em jogar Catan com meu filho, um jogo em que ganha quem atingir primeiro um certo número de marcos construindo sua civilização em uma ilha, apesar de o moleque quase sempre ganhar: insisto em entender o que na minha estratégia quase sempre falha. Um dia eu chego lá.
Leia mais (10/01/2026 - 18h00)