A corrida entre lebres e tartarugas na psicodelia terapêutica
Por força do custo de longas sessões para monitorar o estado alterado de consciência do paciente, não será trivial incorporar à clínica terapias psicodélicas que talvez terminem regulamentadas neste 2026. Há duas estratégias concorrentes para contornar a dificuldade, mas a neurociência prospecta uma terceira via para obter o máximo rendimento de substâncias como ibogaína, LSD, psilocibina, dimetiltriptamina (DMT) e MDMA (ecstasy).
Leia mais (01/15/2026 - 10h00)